Em editorial, jornal Folha de S. Paulo afirma que debate diplomático sobre aquecimento global, como o da COP30, só avançará quando se calcular o custo dos desastres.
A diretora-executiva da COP30, Ana Toni, afirmou: “Está todo mundo ignorando o custo da inação”. O jornal defende que vai sair muito mais cara para toda a humanidade a recalcitrância dos governos em financiar o montante necessário a transição energética, o fim das emissões de carbono na geração de energia, nos transportes ou no desmatamento e a resiliência da infraestrutura.
Só a conta da reconstrução após o desastre climático no Rio Grande do Sul em 2024 chegou a R$ 100 bilhões segundo Toni, montante que saiu quase todo dos cofres do poder público —ou seja, do bolso dos contribuintes, não dos setores econômicos que mais poluem a atmosfera e bagunçam o clima.

